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Segurança Pessoal

A segurança pessoal, costumeiramente chamada de segurança VIP, é mais um serviço oferecido dentro do segmento da segurança privada e está sujeita às regras estabelecidas na Lei 7.102, a qual estabelece em seu artigo décimo que “são considerados como segurança privada as atividades desenvolvidas em prestação de serviços com a finalidade de proceder à vigilância patrimonial das instituições financeiras e de outros estabelecimentos, públicos ou privados, bem como a segurança de pessoas físicas”. Neste sentido, caberá ao segurança pessoal o ato de proteger uma pessoa ou grupo de pessoas de forma individualizada. Dentre os principais usuários deste tipo de serviço estão chefes de estado, artistas, banqueiros e empresários de grandes organizações.

Luiz Claudio BarbosaPor ser uma atividade específica e sujeita a uma gama de situações diferentes das recorrentes na prestação de serviços de segurança, além do curso de formação, exigido pela Polícia Federal, o vigilante passa por treinamentos exclusivos para a proteção de pessoas. Uma vez que a segurança de cada indivíduo está diretamente relacionada ao grau de risco no qual está exposto.

A maioria das técnicas utilizadas visa à defesa pessoal e a utilização de arma de fogo é o último recurso utilizado na segurança pessoal, que tem como função retirar o protegido da área de risco. Por este motivo, a antecipação aos possíveis incidentes e agressores é fundamental neste tipo de atividade. Em razão dos altos índices de criminalidade e, principalmente, de seqüestros, a atividade de segurança pessoal cresce a cada ano no mercado brasileiro. No ano de 1999, quando houve uma explosão nos casos de seqüestro, em cidades como São Paulo, a procura pelo serviço de segurança pessoal aumentou 30%. Nos anos subseqüentes a procura continuou, mas em menor proporção, registrando uma média de crescimento de 10% ao ano.

Assim como nos demais serviços oferecidos no segmento da segurança privada, para exercer a atividade de segurança pessoal é necessário atender todas as exigências da legislação e as normas estabelecidas pela Polícia Federal, que é o órgão responsável pela fiscalização do setor.

Fazer uso de serviços não autorizados, clandestinos, representa um problema ainda maior que o da própria criminalidade. Segurança é coisa séria e a proteção de vidas só deve ser realizada por profissionais realmente capacitados para atuar em situação de risco.

Antes de contratar um serviço de segurança é aconselhável fazer uma análise da situação da empresa junto à Polícia Federal e colher informações das associações e sindicatos do setor. Estas entidades, constantemente, realizam ações para ajudar no combate à clandestinidade e proteção desta importante atividade econômica.   

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